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Brics terão fundo de US$ 100 bilhões

Avançou a proposta de criação de um banco de desenvolvimento liderado pelo Brics (acrônimo de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e a iniciativa de formação de um fundo compartilhado de reservas internacionais entre os cinco países. Segundo documento divulgado nesta quinta-feira, 5, na Rússia pelo grupo, os líderes dos países "saudaram os avanços alcançados em direção ao estabelecimento do novo Banco de Desenvolvimento liderado pelo Brics e do Arranjo Contingente de Reservas (CRA)".

FERNANDO NAKAGAWA, ENVIADO ESPECIAL, Agencia Estado

05 de setembro de 2013 | 12h05

Sobre o banco, o grupo afirma que "houve avanços nas negociações relativas à sua estrutura de capital, composição, participação acionária e governança". A nova instituição de fomento contará com capital inicial de US$ 50 bilhões. Não houve, porém, detalhamento sobre qual será a fatia caberá a cada sócio.

Com relação ao fundo de reservas que será compartilhado pelos países para dar mais segurança financeira aos países do grupo e que pode ser usado em um cenário econômico adverso, o comunicado diz que "alcançou-se consenso sobre muitos aspectos-chave e detalhes operacionais" sobre a operação.

O fundo de reservas, chamado de CRA pelos Brics, terá montante inicial de US$ 100 bilhões. Segundo o comunicado, a China terá a maior fatia dos recursos, Brasil, Índia e Rússia terão parcela intermediária e idêntica entre eles e a África do Sul contará com um cota inferior. O texto diz que foi aprovado o compromisso de US$ 41 bilhões dos chineses, US$ 18 bilhões cada de brasileiros, indianos e russos e de US$ 5 bilhões dos sul-africanos.

"À luz dos progressos realizados tanto nas negociações do banco quanto do CRA, os líderes do Brics esperam resultados concretos por ocasião da próxima Cúpula", diz o documento.

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