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Brown: economia do mundo pode dobrar depois da crise

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, disse hoje que, quando acabar a recessão global e o nível de atividade nos países desenvolvidos e emergentes estiver recuperado, a economia mundial tem o potencial de dobrar de tamanho. Em palestra na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo, ele destacou que as oportunidades de prosperidade dobrarão, mas isso também vai requerer, por outro lado, um aumento significativo de desafios para a comunidade internacional.

RICARDO LEOPOLDO, Agencia Estado

26 de março de 2009 | 20h35

Contudo, Brown ressaltou que atualmente a séria crise global impôs muitos efeitos negativos às transações comerciais e financeiras em todo o mundo. Segundo ele, o credit crunch foi responsável por uma queda drástica do fluxo de capitais para países emergentes, pois baixaram da magnitude de US$ 1 trilhão para US$ 160 bilhões.

O primeiro-ministro do Reino Unido também disse que é fundamental o avanço da regulação e supervisão financeira global. "É preciso ação para levar paraísos fiscais para rede de regulação", afirmou ele, referindo-se a um grupo de localidades no mundo, que permite o ingresso de recursos internacionais. Em geral, os controladores desses capitais fazem tais operações em paraísos fiscais por várias razões, sobretudo para não pagarem impostos cobrados em seus países de origem.

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