Planalto/ Reprodução
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Bruno Grossi e Paulo Valle são cotados para o Tesouro

Na Casa Civil, Grossi atua na interlocução com outros ministérios e na negociação de diferentes propostas, como a do Auxílio Brasil; Valle é ex-subsecretário da Dívida Pública do Tesouro

Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

22 de outubro de 2021 | 18h14

BRASÍLIA - O secretário especial de Relações Governamentais da Casa Civil, Bruno Grossi, é um dos cotados para o comando do Tesouro Nacional. Na Casa Civil, ele atua na interlocução com outros ministérios e na negociação de diferentes propostas, como a do Auxílio Brasil

Grossi é analista de Planejamento e Orçamento e tem interlocução importante com o novo secretário Especial de Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, indicado nesta sexta-feira, 22, para o cargo para substituir Bruno Funchal

Paulo Valle, ex-subsecretário da Dívida Pública do Tesouro, também foi sondado por Esteves, segundo apurou o Estadão. O ministro da Economia, Paulo Guedes, deu carta branca para Esteves escolher o novo secretário 

Depois de reunião com o presidente Jair Bolsonaro, que foi até o Ministério da Economia, Guedes confirmou a indicação de Esteves. “Estou nomeando alguém bastante sênior, com muita formação, muita experiência para o lugar do (Bruno) Funchal. Sai Funchal e entra Esteves Colnago”, anunciou, ao lado de Bolsonaro.

O chefe da Assessoria Especial de Relações Institucionais do Ministério da Economia era um dos principais cotados para substituir Funchal. Colnago já foi Ministro do Planejamento no governo Michel Temer, quando acumulou experiência na área. “Estou absolutamente tranquilo”, disse Guedes. Guedes destacou ainda o bom trânsito de Colnago com os parlamentares. 

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