BV firma compromissos para um futuro mais leve
Conteúdo Patrocinado

BV firma compromissos para um futuro mais leve

Com força no pilar de governança, a estratégia de ESG do banco passa por várias frentes de atuação e vai até 2030

BV, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

27 de junho de 2021 | 07h30

Quando um negócio busca formas de minimizar seus impactos no meio ambiente, se propõe a fazer do mundo um lugar mais justo e melhor para se viver para todos e busca a transparência, ele tem uma estratégia de ESG consistente. Ao conhecer os compromissos firmados pelo BV, um dos maiores bancos do Brasil, é possível entender por que a instituição é uma das que estão no caminho mais certo.

Entre os pilares da agenda ESG do BV, governança cumpre um papel fundamental. O banco tem uma estrutura voltada especificamente para a sustentabilidade e o tratamento socioambiental, com áreas dedicadas a esses temas e comitês formados por executivos da companhia.

Rogerio Monori, diretor-executivo de Corporate & Investment Banking e Tesouraria do banco BV, participou do painel “Finanças verdes” e falou sobre o compromisso do banco com as transações financeiras, seguindo os pilares de governança do BV. “Às vezes, a operação parece muito rentável, mas a empresa não apresenta os critérios que consideramos adequados. Assim, após análises dos nossos comitês, podemos optar por negar a transação”, disse.

Durante o painel “Governança nas empresas: a importância da agenda ESG nos dias atuais”, que ocorreu durante o Estadão Summit ESG 2021, Tiago Silva Soares, gerente de Sustentabilidade do BV, falou sobre o tema com profundidade. Afinal, a sinergia entre a agenda ESG e o planejamento estratégico de negócios é uma realidade dentro da empresa e algo que desperta um grande orgulho nos funcionários. “No BV, eu e meu time dizemos que temos muita sorte. Porque, diferentemente do que vejo em muitos lugares, nós nunca precisamos convencer a alta liderança sobre a importância da agenda ESG, nem tivemos que adaptar os projetos para que se encaixassem em nossa cultura. A sustentabilidade é levada muito a sério por aqui”, diz Tiago.

Durante sua apresentação, mediada pela jornalista Andréia Lago, ele relembrou aos espectadores que as áreas de sustentabilidade nas empresas, até pouco tempo atrás, sofriam com a falta de uma conexão de suas ações com o negócio em si, o que só foi possível mudar com o pilar de governança. “Pra mim, esta é a forma mais verdadeira e eficaz para que a sustentabilidade tenha a tração necessária e avance no tema da forma que vem acontecendo aqui no BV”, revela.

No BV, executivos e seus times estão engajados e envolvidos na mesma medida com os compromissos firmados em um documento chamado “Pacto por um futuro mais leve”, em que o quinto maior banco privado do Brasil se compromete a construir uma relação próspera com as pessoas e o planeta até o ano de 2030 (veja no boxe ao lado).

Por lá, diz-se que só será possível viver o propósito do banco, que é tornar mais tranquila a vida financeira das pessoas e das empresas, se for possível garantir que os negócios sejam feitos de forma sustentável – começando dentro do BV.

A construção das metas ESG do banco BV se baseou em questões relevantes tanto para o ambiente interno da empresa quanto para o mundo. “Nossos compromissos de longo prazo foram pensados, inicialmente, à luz da nossa estratégia de negócios, para que as transformações acontecessem sempre de forma orgânica. Também fomos entender o que estava acontecendo lá fora, o cenário e as necessidades para o mundo se tornar um lugar melhor. Foi quando nos tornamos, inclusive, signatários do Pacto Global, da Organização das Nações Unidas (ONU)”, explica Tiago.

Um dos grandes desafios para que tudo dê certo e até 2030 essa agenda ESG seja completamente cumprida é o engajamento da média liderança e, subsequentemente, de seus liderados. “O desafio do time de sustentabilidade é desenvolver e conscientizar as pessoas para a importância do tema. Por isso, o que temos feito para engajar os cerca de 7 mil colaboradores, entre diretos e indiretos, é treinar e levar informações o tempo todo”, diz Tiago.

Os compromissos da agenda foram pautados em indicadores quantitativos, tangibilizando as metas ESG do BV até 2030. Os executivos possuem metas ESG atreladas à remuneração variável. Essa foi uma conquista recente dentro do banco e muito positiva para que todos se engajem e entendam os compromissos como algo realmente sério e relevante para o BV.

Monori explica que na área em que atua há metas para negócios verdes com clientes, no mercado de capitais e na produção de ativos do banco. As transações precisam seguir alguns critérios, como estar direcionadas para setores sustentáveis, segundo a taxonomia da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), e ser dirigidas para empresas que irão usar os recursos para projetos sustentáveis ou para empresas que não se encaixem em nenhum desses dois critérios, mas que tenham programas de neutralização de suas emissões de gás carbônico. Todas as operações realizadas pelo banco são certificadas por empresas especializadas, que analisam tanto a transação quanto a destinação dos recursos. Recentemente, o banco BV emitiu uma Letra Financeira no valor de R$ 500 milhões, e os recursos vão ser usados para compra e instalação de painéis de captação solar.

766E3C01-53A8-483E-9B06-CCE0C7108013
Nossos compromissos de longo prazo foram pensados, inicialmente, à luz da nossa estratégia de negócios, para que as transformações acontecessem sempre de forma orgânica
E0EAB005-9061-4B3D-86B9-AEB61693E313
Tiago Silva Soares, gerente de Sustentabilidade do BV


 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.