'Cabe no bolso e evita roubos'

Erick Silva, que trabalha na portaria de um prédio residencial em São Paulo, atendeu o telefonema da reportagem assim: "Alô... Oi... Só um minutinho", disse, em voz alta. Depois, explicou: "Estou falando dele."

/ N.F., O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2012 | 02h06

'Ele', no caso, é o tablet Galaxy Tab 2, comprado há seis meses por R$ 1.200 e hoje encontrado na faixa dos R$ 900 em algumas lojas virtuais.

Com tela de 7 polegadas e suporte à conexão 3G, o aparelho é o celular oficial de Erick. "No começo, parecia grande demais. Mas hoje acho portátil. Cabe no bolso e é praticamente invisível. Evita roubos." Para atender ligações, ele precisa usar o fone de ouvido - por isso, pediu o "minutinho" antes de começar a falar.

Telefonar é apenas uma das funções do primeiro tablet de Erick. Com o dispositivo, manda e-mails e paga as contas. Baixou o aplicativo do banco e diz que nunca mais foi a uma agência.

O aparelho serve ainda como bloco de notas. Quando alguém liga e passa algum número ou endereço, ele alterna entre a chamada de voz e o aplicativo e digita a informação. Outra finalidade é assistir a filmes. Erick vê até três por noite na portaria.

Para comprar o tablet, ele, que já perdeu muitos celulares, considerou o tamanho. "O aparelho é pequeno o suficiente para ser carregado para qualquer lugar e grande o bastante para não ser esquecido." Erick também descarta comprar produtos piratas.

"Você compra a réplica do iPhone por R$ 200 e ela dura três meses. Aí você compra outra pelo mesmo preço e ela estraga. Melhor economizar e comprar algo bom."

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