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Cacau inverte mão e sobe em Nova York

Os preços do cacau fecharam com alta na Bolsa de Nova York com investidores e a indústria aproveitando a baixa recente das cotações para comprar contratos no mercado futuro. O vencimento dezembro subiu 1,86%, para US$ 2.739 por tonelada. O valor da amêndoa caiu 15% desde o pico alcançado em julho, quando a tonelada foi negociada por US$ 3.210. Mas agora, a perspectiva de uma safra cheia na Costa do Marfim, maior produtor mundial, tem pressionado o mercado. Enquanto esperam a colheita, que começa em outubro, os participantes da bolsa observam o período pré-eleitoral no país. O temor é que as eleições iniciem uma nova onda de conflitos, que podem prejudicar os embarques de cacau da nova safra, como já ocorreu antes.

Análise: Ana Conceição, O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2010 | 00h00

No mercado de café, o movimento comprador dos últimos dias perdeu força e as cotações fecharam com baixa em Nova York. Participantes do mercado realizaram lucro depois que o contrato dezembro atingiu o maior preço em uma semana. O contrato dezembro caiu 1,2% e fechou em 191,80 centavos de dólar por libra-peso. Ontem, o Ministério de Agricultura informou que a receita do Brasil com as exportações de café aumentou 21,24% de janeiro a agosto, para US$ 2,836 bilhões, na comparação com o mesmo período do ano passado. O volume embarcado no período teve leve alta de 1,01%, para 1,072 milhão de toneladas ante 1,061 milhão de t nos primeiros oito meses de 2009.

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