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Cade abre investigação contra associações de transporte de carga e caminhoneiros

Entre as infrações que serão investigadas está a prática de locaute, caracterizada quando empresários de um setor contribuem, incentivam ou orientam a paralisação de seus empregados

Lorenna Rodrigues, O Estado de S.Paulo

25 Maio 2018 | 15h05

BRASÍLIA - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu investigação contra entidades representantes de transportadores de carga e caminhoneiros para apurar infrações à ordem econômica decorrente da greve de caminhoneiros. Entre as infrações que serão investigadas, está a prática de locaute (caracterizada quando empresários de um setor contribuem, incentivam ou orientam a paralisação de seus empregados), conduta concertada e recusa na venda de bens ou prestação de serviços.

+ AO VIVO: Siga a greve dos caminhoneiros pelo Brasil

O processo foi aberto por iniciativa da Superintendência Geral do Cade contra a Associação Nacional dos Transportadores de Cargas (ANTC), Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Confederação Nacional do Transporte (CNT), Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas em Geral do Estado de São Paulo (Fetrabens), União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam), Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Distrito Federal (Sindicam-DF), Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg), Federação Interestadual do Transportes Rodoviários Autônomos de Cargas de Bens da Região Nordeste (Fecone), Federação dos Transportadores Autônomos de Cargas do Estado de Minas Gerais (Fetramig), Federação dos Transportadores Autônomos de Carga do Espírito Santo (Fetac-ES), Sindicato das Empresas de Transporte de Carga e Logística do Rio Grande do Sul (Setcergs) e outros.

Outro aspecto que o Cade está monitorando é se há indícios de cartel no aumento de preço dos combustíveis, que ocorreu logo depois do início da greve dos caminhoneiros.

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