Cai eficiência da unidade do Rio da Bacia de Campos

A Unidade Operacional Rio de Janeiro da Bacia de Campos, que contempla campos novos da bacia, teve uma redução de cinco pontos porcentuais em sua eficiência operacional desde 2010, segundo apresentação da Petrobras.

SABRINA VALLE, Agencia Estado

21 de novembro de 2012 | 12h09

A unidade é a de maior produção no País e contempla sete concessões, responsáveis por 47% da produção da Petrobras, nos campos de Albacora Leste, Barracuda, Caratinga, Marlim Leste, Marlim Sul e Roncador.

A unidade conseguia recuperar 96% de seu potencial em 2010. Hoje, a eficiência está em 91%. Por isso, a Petrobras lançou nesta semana o programa de recuperação (Proef) para esta unidade, investindo US$ 710 milhões para elevar o índice a 94% em 2016.

Segundo a gerente-executiva de Engenharia de Produção de Exploração e Produção (E&P), Solange Guedes, o declínio da produção é natural, já a eficiência pode ser recuperada.

Na unidade Bacia de Campos, onde estão unidades mais maduras, a eficiência caiu de 88% em 2009 para 70% neste ano. Hoje, a eficiência da unidade está em 72%. O Proef da unidade Bacia de Campos custará US$ 5,6 bilhões, montante maior também por se tratar de mais campos e mais antigos.

Solange disse que a companhia quer elevar a eficiência, tornar as paradas mais previsíveis, mais recorrentes e mais curtas.

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