Clayton de Souza/Estadão
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ESG

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Caixa adia por dois meses programa de demissão voluntária para atender FGTS

Decisão afeta cerca de 2 mil funcionários de agências do banco; plano, lançado em maio, teve adesão de 3,5 mil pessoas

Camila Turtelli, O Estado de S.Paulo

31 de julho de 2019 | 13h36

BRASÍLIA - A Caixa decidiu adiar o programa de demissão voluntária (PDV) por dois meses. Ou seja, os funcionários que sairiam em agosto e setembro tiveram o desligamento cancelado. Conforme antecipado pelo Estadão na segunda-feira, 29, a decisão foi informada aos funcionários na semana passada, com o intuito de atender a demanda com os saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O programa de demissão, aberto no fim de maio, havia conseguido a adesão de 3,5 mil funcionários.

A postergação afeta cerca de 2 mil colaboradores - todos trabalham em agências. "Está cancelada a saída do PDV em agosto e setembro, já estou em tratativas para reedição do PDV nas mesmas condições só não posso dar nenhum tipo de garantia, nenhum tipo de data e prazo para a nova edição", disse o vice-presidente de Gestão de Pessoas DO BANCO, Roney Granemann, aos funcionários em um vídeo transmitido nesta quarta-feira, 31, ao qual o Estadão/Broadcast teve acesso.

O grande fluxo esperado pelas agências da Caixa após a liberação do saque e como o banco iria operacionalizar os atendimentos foi um dos motivos citados para o adiamento do anúncio da medida pelo governo.

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