Caixa pretende dobrar número de correspondentes bancários

Nos próximos três anos, a Caixa Econômica Federal (CEF) pretende dobrar o número de correspondentes bancários no País. Trata-se do serviço de atendimento ao cliente em estabelecimentos comerciais, como lotéricas, padarias ou supermercados. A informação é do Superintendente Nacional de Estratégia de Canais da CEF, Carlos Henrique Almeida Custódio.Nesta nova fase de expansão, a Caixa quer atingir os grandes centros urbanos de todas as regiões do Brasil. A meta é que metade de todas as transações do banco seja feita por esses correspondentes bancários, o que reduziria significativamente os custos administrativos da instituição. Hoje essas operações correspondem a 10% do total de transações. Dos atuais 19 mil pontos de atendimento da Caixa, 9 mil são em casas lotéricas e 2 mil em outros estabelecimentos comerciais. Segundo Custódio, outros 2,3 mil pontos de correspondentes não lotéricos fazem parte deste projeto de expansão do serviço. ExpansãoOs correspondentes bancários levaram os serviços do sistema financeiros a regiões distantes dos grandes centros urbanos. De acordo com dados da Febraban, todos os 5.659 municípios do País já possuíam algum tipo de dependência bancária no final do ano passado. Desde a introdução dos correspondentes por uma resolução do Banco Central, o número do serviço registrou alta de 61,5%, totalizando 13.950 pontos (dados de dezembro de 2002). O crescimento dos correspondentes bancários da CEF ganha fôlego com a criação das contas correntes simplificadas da instituição. Já foram abertas 667 mil contas do Caixa Aqui (até 29 de setembro). A meta inicial, que era de 500 mil contas até dezembro, foi ampliada para 1 milhão.

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