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Caixa reabre linhas de financiamento na semana

A reabertura de algumas modalidades de financiamento de imóveis pela Caixa Econômica Federal (CEF) surge como um sinal de que a instituição voltará a ocupar o posto de maior financiadora do País. A partir do fim desta semana, a CEF deve passar a oferecer financiamento para aquisição, construção, reforma ou ampliação de imóveis comerciais, além de reforma ou ampliação de unidades residenciais.A Caixa dispõe de R$ 700 milhões para financiamentos nas operações reabertas, com valor máximo a ser financiado de R$ 180 mil. O recurso destinado aos programas é proveniente da venda de Letras Hipotecárias (LH). "Estamos pondo letras hipotecárias no mercado há algum tempo, como experiência", diz o consultor técnico da diretoria de desenvolvimento urbano da CEF, Anecir Scherre. De acordo com o consultor, "se houver demanda forte" é possível captar mais letras para tornar viáveis os financiamentos.A grande diferença nas novas linhas é que o índice de correção do saldo devedor deixa de ser a Taxa Referencial (TR) e passa a ser o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M). Ainda permanecem suspensos os empréstimos para compra de imóveis residenciais novos, usados ou na planta para a classe média. Até o fim do ano, a Caixa deve anunciar as novas modalidades de crédito para esta categoria.ComércioPessoas físicas interessadas em adquirir imóveis comerciais, especialmente médios, pequenos e micro empresários, terão uma linha de financiamento antes disponível apenas por meio do Poupanção e com o depósito de 12 parcelas mensais antes da obtenção da carta de crédito. A partir de agora, o contrato será imediato.O Construcard, usado na compra de material para construção, reforma ou ampliação de imóveis, vai voltar a ser oferecido em condições diferentes, com taxa de juros menor e prazo de 36 meses, em vez dos 24 oferecidos antes. Outra novidade para o segmento de imóveis comerciais é que o Construcard também poderá ser usado por clientes da área. A diferença é que, neste caso, a taxa de correção é maior. Veja mais informações no link abaixo.

Agencia Estado,

22 de outubro de 2001 | 13h17

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