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Calçadistas argentinos querem proteção contra Brasil

Os fabricantes argentinos de calçados, que há mais de meia década estão em intermitente estado de guerra com seus colegas brasileiros, pediram ao governo do presidente Néstor Kirchner que tome - de forma imediata - medidas categóricas para proteger o setor da "invasão brasileira". Os empresários nativos argumentam que os concorrentes brasileiros estão "destruindo" a indústria argentina de calçados."Não existem sinais de um caminho conjunto com o Brasil. Queremos que o governo se defina. O governo precisa decidir se vai proteger a indústria do calçado, que é um setor competitivo e gerador de postos de trabalho", sustentou o gerente-geral da Câmara Argentina de Industriais Fornecedores da Indústria do Calçado (CAIPIC), Hugo Luis Álvarez.Álvarez argumenta que os empresários brasileiros, reunidos na Abicalçados, não quiseram reunir-se com os argentinos durante a reunião de cúpula do Mercosul, realizada na semana passada em Belo Horizonte e Ouro Preto. Ele contou que, ao longo do último ano, entraram no mercado argentino 13 milhões de pares de calçados Made in Brazil, "fato que gerou sérios problemas à produção local".

Agencia Estado,

22 de dezembro de 2004 | 14h43

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