Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Calendário de antecipação do 13º salário do INSS: confira as datas

Depósitos, que normalmente são feitos em agosto e novembro, foram antecipados para maio e junho

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de maio de 2021 | 13h00

Antecipada por causa da pandemia de covid-19, a primeira parcela do 13º do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) começará a ser paga no próximo dia 25. 

Normalmente, o 13º dos aposentados é pago nas competências de agosto e novembro. Mas no último dia 4, o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto antecipando os depósitos.

As datas do pagamento foram distribuídas conforme o dígito final do benefício, começando nos segurados de final 1 e terminando nos segurados de final 0.

A primeira parcela, correspondente a 50% do valor do 13º e será paga juntamente com os benefícios de maio. A segunda parte será paga com os benefícios de junho. As datas de pagamento estão sendo informadas no site e no aplicativo Meu INSS.   

O depósito do 13º será feito no mesmo banco onde o aposentado normalmente recebe o benefício.

Confira as datas de pagamento para quem recebe até 1 salário mínimo

Para quem recebe aposentadorias, auxílios e pensões de até um salário mínimo, o calendário da primeira parcela começa no próximo dia 25 e vai até 8 de junho. A segunda parcela do 13º será paga entre 24 de junho e 5 de julho.

 

Confira as datas de pagamento para quem recebe acima de 1 salário mínimo

No caso de benefícios acima do mínimo, o calendário é um pouco diferente. A primeira parcela será paga de 1º a 8 de junho; e a segunda, de 1º a 7 de julho. Começam a receber os segurados de final 1 e 6, passando para 2 e 7 no dia seguinte e terminando nos finais 9 e 0.

 

Qual é o valor da primeira parcela da antecipação do 13º?

A primeira parcela do 13º é isenta de Imposto de Renda e equivale à metade do benefício mensal bruto pago pelo INSS. O imposto só é cobrado na segunda parcela.

A tributação varia conforme a idade. O segurado de até 64 anos paga Imposto de Renda caso receba acima de R$ 1.903,98. De 65 anos em diante, a tributação só é cobrada se o benefício for superior a R$ 3.807,96.

Segundo o Ministério da Economia, a medida deve injetar cerca R$ 52,7 bilhões na economia do País e não terá impacto orçamentário, por tratar-se apenas de mudança de data de pagamento. / COM AGÊNCIA BRASIL 

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