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Câmara dos EUA aprova último debate antes de votar pacote

Valor foi reduzido de cerca de US$ 820 bilhões para US$ 789 bilhões após acordo na última quarta no Congresso

SUZI KATZUMATA, Agencia Estado

13 de fevereiro de 2009 | 14h46

O pacote de estímulo econômico de US$ 789 bilhões avançou mais um passo na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos nesta sexta-feira, 13, depois que os membros votaram para permitir um debate de uma hora e meia antes da votação final da legislação. Por 231 votos a favor e 194 contra, a votação do debate sobre as regras mostrou que existe apoio suficiente para a o pacote ser aprovado, mesmo sem nenhum voto a favor dos republicanos.   Veja também: Senado e Câmara dos EUA votam pacote hoje Congresso dos EUA fecha acordo para o polêmico 'Buy American' Entenda o novo plano dos EUA para resgatar bancos De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à criseEspera-se que o Senado vote o pacote mais tarde ainda hoje. O pacote em debate reúne as versões aprovadas separadamente pela Câmara e o Senado. O presidente dos EUA, Barack Obama, pediu que o pacote seja aprovado e esteja sobre a sua mesa antes do feriado do Dia do Presidente, nesta segunda-feira, 16. As informações são da Dow Jones.   O valor foi reduzido de cerca de US$ 820 bilhões para  US$ 789 bilhões após acordo na última quarta no Congresso. O pacote que emergiu da conferência tem cerca de US$ 276,1 bilhões em cortes de impostos e US$ 150 bilhões em gastos em infra-estrutura. Os democratas fizeram várias concessões para garantir o apoio dos três senadores republicanos moderados: reduziram gastos em educação e saúde e o volume de recursos para os estados.   Também foram reduzidos significativamente incentivos fiscais para compras de imóveis e automóveis, que eram propostas republicanas. Mas foi mantido o corte de impostos de US$70 bilhões para a classe média, uma reivindicação republicana que era criticada pela ala mais à esquerda dos democratas, que acusa a medida de não ter efeitos imediatos na economia.  

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