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Câmara instala comissão da reforma Trabalhista e indica tucano como relator

Deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) considera as leis trabalhistas no Brasil 'anacrônicas' e 'fascistas'

Isadora Peron, O Estado de S.Paulo

09 de fevereiro de 2017 | 17h52

BRASÍLIA - A comissão da reforma trabalhista foi instalada nesta quinta-feira, 9, na Câmara dos Deputados. Os integrantes do colegiado confirmaram como presidente dos trabalhos o deputado Daniel Vilela (PMDB-GO). Ele foi eleito com 21 votos.

Após assumir o comando do colegiado, Vilela indicou o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) como relator da comissão. Caberá a ele elaborar o relatório que será submetido ao colegiado. Conforme reportagem da Coluna do Estadão desta quinta-feira, o parlamentar considera as leis que regem o trabalho no Brasil "anacrônicas" e "fascistas". A expectativa é que a atividade da comissão se prolongue durante o primeiro semestre deste ano.

A sessão, que ocorreu na mesma hora da instalação da comissão que vai discutir a reforma da Previdência, foi marcada por questões de ordem da oposição. O deputado do PT Helder Salomão (ES) pediu para que a sessão fosse adiada porque não havia número suficiente de integrantes titulares para dar início à reunião. "Fica claro que há uma pressa da base aliada para acelerar essa reforma", disse o parlamentar.

Ele também argumentou que a comissão especial não poderia ser instalada sem que as demais comissões permanentes, como a Comissão de Constituição e Justiça, estivessem funcionando. Essa pressa pode comprometer a qualidade do resultado dessa comissão", defendeu a deputada Luiza Erundina (PSOL-SP).

Ao todo 23 deputados marcaram presença. A comissão é formada por 36 deputados titulares.

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