Laura Arias Sarmento, diretora de Transformação da Veolia Brasil
Laura Arias Sarmento, diretora de Transformação da Veolia Brasil
Conteúdo Patrocinado

Caminho para um mundo sustentável

No início de uma década decisiva para o futuro do planeta, a Veolia apoia cidades e indústrias na jornada ESG

Veolia, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

11 de novembro de 2021 | 07h30

A emergência climática, os desafios sociais e as questões éticas estão no topo das prioridades das organizações privadas e públicas ao redor do planeta. Essas preocupações têm se materializado pela disseminação dos princípios ESG, conjunto de indicadores que resultam em um diagnóstico amplo e permitem acompanhar a evolução de uma empresa ou instituição nos três pilares que compõem a sigla – ambiental, social e governança.

“Por onde devo começar essa jornada?” é a pergunta que muitos gestores estão se fazendo, já que as possibilidades de ações são diversificadas. Para apoiá-los diante do desafio de colaborar com as mudanças positivas para o futuro do planeta, a Veolia criou o conceito de “transformação ecológica”. “Trata-se de colocar as preocupações ambientais no centro de todos os processos, análises e decisões”, explica a diretora de Transformação da Veolia Brasil, Laura Arias Sarmiento.

Ecoeficiência para indústrias

Líder em soluções na gestão integrada de água, resíduos e energia para cidades e indústrias há 168 anos, a empresa acredita que a transformação ecológica é o caminho para a construção de um futuro sustentável e atua para disseminar esses princípios no mercado. Por isso, muito mais do que discurso ou slogan, a transformação ecológica é a síntese do propósito da companhia, que permeia toda a oferta de serviços de gestão prestados por ela no Brasil e no mundo.

A Veolia desenvolve ações e serviços que potencializam o desempenho multifacetado, com impacto e resultados mensuráveis para a sociedade, o planeta, os clientes, os acionistas e os colaboradores. A empresa oferece uma série de soluções para que os clientes atinjam as metas ESG em seus negócios.

Na gestão de resíduos, a Veolia desenvolve projetos de gestão total com foco em rastreabilidade, digitalização e aterro zero, além da valorização e da conversão em diversas matérias-primas e até em energia. No tema água, há a gestão completa do ciclo com tratamento da água de produção e de efluentes, entregando resultados em parâmetros como qualidade, redução do consumo, maximização do reúso e aumento de eficiência. Em energia, a Veolia desenvolve soluções de diversificação da matriz energética, eficiência, geração e cogeração de energia verde e operação de utilidades (eletricidade, vapor, ar comprimido, água gelada/quente, CO2, dentre outros), com garantia de desempenho para as indústrias.

Todos os serviços contam sempre com monitoramento inteligente, em tempo real, por meio do Hubgrade, uma plataforma que combina a expertise humana com ferramentas tecnológicas para apoiar o cliente na tomada de decisões para otimizar os processos operacionais, econômicos e ambientais do negócio.

Valorização do biogás

Presente em mais de 50 países, nos cinco continentes, o grupo Veolia tem 178 mil colaboradores – quase 2 mil deles no Brasil – e faturou 26 bilhões de euros no ano passado. Suas atividades incluíram levar água potável para 95 milhões de pessoas e serviços de saneamento para 62 milhões, além da produção de 43 milhões de megawatts/hora de energia e o reaproveitamento de 47 milhões de toneladas de resíduos.

No Brasil, a empresa já atua em nove estados, incluindo a operação e a manutenção de utilidades e processos nas plantas de produção de renomadas indústrias de variados setores, como alimentos e bebidas, metais e mineração e oil & gas, dentre outras, além de seis Centros de Gerenciamento de Resíduos (CGRs) nos estados de São Paulo e de Santa Catarina, onde presta serviços de destinação, transformação e valorização de resíduos (como coprocessamento e biogás) para mais de 3 mil clientes municipais, industriais e comerciais. Mantém oito contratos de concessão de limpeza municipal e coleta de resíduos, e realiza a gestão comercial e operacional do sistema de água e saneamento de Palhoça (SC), serviço que atende a 155 mil habitantes.

A Veolia Brasil iniciou, em três dos CGRs que opera – nas cidades de São Paulo, Iperó (SP) e Biguaçu (SC) –, a produção de energia renovável por meio da valorização do biogás (ou seja, energia gerada a partir da decomposição dos resíduos orgânicos).

São cerca de 12.400 kW de energia instalada, volume suficiente para abastecer uma cidade com 42 mil habitantes. A valorização do biogás nos aterros da Veolia no Brasil evitará, só em 2021, a emissão de 45 mil toneladas de metano na atmosfera, o que equivale a 1,26 milhões de toneladas de CO2. “As termelétricas são estratégicas para a Veolia no Brasil. Queremos transformar os CGRs em Parques Tecnológicos Ambientais, com serviços focados em valorização e reciclagem, economia circular e redução da pegada de carbono”, observa Laura.

Um novo amanhã

As ações propostas pela Veolia estão em plena sintonia com o conceito de economia circular e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Organização das Nações Unidas (ONU). A Veolia contribui para todos os 17 ODSs, em diferentes níveis, com impacto direto em 13 deles.

“O objetivo é conciliar rentabilidade com a implantação de estratégias eficazes de combate à mudança climática, ao colapso da biodiversidade, à poluição generalizada e ao esgotamento de recursos, entre outros temas vitais e inadiáveis”, indica Laura. Um aspecto essencial desses projetos é que estão sempre associados à busca pela redução de custos operacionais e ao combate aos riscos de perda de bens tangíveis e intangíveis, melhorando a competitividade nas indústrias e proporcionando bem-estar na sociedade. Assim, a Veolia contribui simultaneamente para a sustentabilidade e o equilíbrio financeiro dos clientes, com base em competitividade, produtividade, eficiência, segurança do negócio a longo prazo, reputação e fidelidade dos mercados atuais.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.