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Caminhoneiros argentinos em greve no início da colheita de soja

Motoristas de caminhões transportadores de grãos na Argentina iniciaram nesta segunda-feira uma greve por tempo indeterminado para exigir maiores ganhos no momento em que começa a temporada de colheita de soja.

REUTERS

19 de março de 2012 | 12h09

O grupo Fetra de empresas de caminhões disse que o governo falhou em garantir a implementação de uma tarifa mínima de transporte, que ficou combinada após uma greve em outubro.

O movimento poderia prejudicar o fluxo de mercadorias até os portos exportadores. Na Argentina, cerca de 200 mil toneladas de produtos agrícolas são transportados por dia.

O país é o maior exportador mundial de óleo e farelo de soja, bem como o segundo maior fornecedor de milho.

A maior parte da colheita do país é transportada por caminhões das áreas agrícolas nos Pampas para os terminais de grãos.

A inflação alta, estimada entre 20 e 25 por cento anualmente por economistas privados, tornou as negociações de salários e tarifas cada vez mais duras nos últimos anos.

Uma porta-voz da Fetra disse que uma reunião com o Ministério dos Transportes estava agendada para segunda-feira à tarde, mas que os caminhoneiros estavam prontos para uma greve por tempo indeterminado enquanto as negociações estiverem em curso.

(Reportagem de Hugh Bronstein)

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