Vanessa Rodrigues/Tribuna de Santos
Vanessa Rodrigues/Tribuna de Santos

Caminhoneiros não aceitam fim da greve e se concentram no Porto de Santos

Polícia Militar e tropas do Exército e da Marinha fazem a segurança do maior terminal portuário do País

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

31 Maio 2018 | 09h25

SOROCABA - Apesar do fim da paralisação em todo o Estado, ainda havia caminhoneiros parados no Porto de Santos, na manhã desta quinta-feira, 31. Eles resistiam a aceitar o fim da greve e deixar o local. Na noite de quarta, o governador Márcio França esteve no porto para negociar com os grevistas, mas eles não deixaram o local. 

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A Polícia Militar e tropas do Exército e da Marinha faziam, nesta manhã, a segurança do maior terminal portuário do País. A presença de militares foi reforçada com a chegada de veículos blindados. Não havia bloqueios e a PM tentava demover os caminhoneiros de permanecerem no local.Os acessos ao porto foram liberados na noite de quarta-feira, 30, mas os caminhões com cargas ainda só entram acompanhados por escolta. As forças de segurança escoltam também os veículos que deixam o porto. 

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Prejuízos. Apesar de alguns pontos de manifestação ainda espalhados pelo País, a paralisação dos caminhoneiros dá claros sinais de que chegou ao fim. Em todos os Estados, a vida começa a voltar ao ritmo normal. O quadro de desabastecimento inicia sua reversão: o combustível está chegando aos postos, os alimentos voltam aos supermercados. Os reflexos da crise provocada pelos protestos, porém, ainda devem perdurar por bastante tempo.

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