DOUGLAS MAGNO/O TEMPO/ESTADÃO CONTEÚDO
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Caminhoneiros querem escalonamento de três meses no reajuste do preço do diesel

Categoria também pede redução de impostos como o PIS/Cofins sobre o preço do combustível e fim da cobrança do pedágio dos caminhões que trafegam vazios

Julia Lindner, Nayara Figueiredo e Leticia Pakulski, O Estado de S.Paulo

23 Maio 2018 | 10h33

O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, defende que o governo mude a política de reajuste do diesel com escalonamento de três meses, reduza impostos como o PIS/Cofins sobre o preço do combustível e acabe com a cobrança do pedágio dos caminhões que trafegam vazios. Os caminhoneiros protestam desde segunda-feira contra tributações e o reajuste nos preços do óleo diesel.

+ Paralisação dos caminhoneiros afeta o agronegócio

Bueno está no Palácio do Planalto para reunião com os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e dos Transportes, Valter Casimiro. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) bem como outros representantes também vão participar das negociações para discutir os pleitos dos motoristas. Antes da reunião com a categoria, acontece uma reunião entre o presidente Michel Temer, Padilha, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Em seguida, Padilha deve se reunir com as associações.

+ Veja como foi o segundo dia de protesto dos caminhoneiros

Ontem, mesmo após a confirmação da redução na alíquota da Cide sobre os combustíveis, anunciada inicialmente pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes, pediu a continuidade da agenda de protestos pelo Brasil, até que houvesse "um posicionamento efetivo do governo", disse a associação em nota.

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