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Canadá pode dar US$ 2,6 bi a montadoras

Desembolso está condicionado à liberação de recursos dos EUA

AGÊNCIAS INTERNACIONAIS, O Estadao de S.Paulo

13 de dezembro de 2008 | 00h00

O Canadá anunciou na sexta-feira um plano de resgate para a indústria automobilística de cerca de US$ 2,6 bilhões. O valor é a metade do que pediram os fabricantes General Motors (GM), Ford e Chrysler. O dinheiro virá do governo canadense e das autoridades de Ontario, província onde se concentram todas as montadoras do país. Mas há uma condição crucial para que o dinheiro seja entregue às montadoras. Os Estados Unidos terão de aprovar o seu próprio pacote de ajuda. O recado foi dado pelo ministro da Indústria do Canadá, Tony Clement. "Os governos federal e de Ontario estão dispostos a agir rapidamente quando os americanos aprovarem o pacote de ajuda", explicou.O valor canadense corresponde a 20% da cifra de mais de US$ 10 bilhões que a Casa Branca e a Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovaram para GM e Chrysler. O projeto foi derrubado na quinta-feira pelos republicanos do Senado americano e deixou as duas montadoras, financeiramente muito debilitadas.A proposta canadense pode reacender a necessidade de os EUA socorrerem as montadoras. Se a ajuda não sair, GM e Chrysler podem quebrar. A GM precisa de US$ 4 bilhões antes do fim do mês. A Chrysler corre atrás de um volume mais alto, US$ 7 bilhões. O presidente George W. Bush mostrou-se preocupado e agora tenta correr contra o relógio para contornar o problema. A porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, deu o tom da contrariedade. "Em condições econômicas normais, preferiríamos que o mercado determinasse em última instância a sorte das empresas privadas". Rick Wagoner, conselheiro da GM, diz que a companhia não deve declarar a bancarrota.FUSÃO À VISTAFrança e Itália estão considerando uma potencial união entre as montadoras Peugeot-Citroen e Fiat, informou o jornal Milano Finanza neste sábado. A informação aparece apenas dias depois de o executivo-chefe da Fiat, Sergio Marchionne, afirmar que a empresa precisa encontrar um parceiro para sobreviver à crise que enfrenta a indústria automobilística. O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, trabalham sobre a questão da possível fusão, afirmou o jornal, citando fontes próximas ao gabinete de Berlusconi.

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