Candidatos presidenciais argentinos prometem milagres

Como Casanovas que tentam seduzir donzelas com promessas de amor eterno, jurando comportamento exemplar de marido, além de jóias e vestidos caros, os candidatos presidenciais argentinos tentam convencer o eleitorado de que suas propostas econômicas são melhores do que as dos rivais.Eles prometem redução célere do desemprego, além do aumento da capacidade de consumo, em estado de coma após cinco anos de recessão. O tempo para a sedução é curto, já que no próximo domingo os argentinos estarão depositando seus votos nas urnas para definir quem comandará o país durante os próximos quatro complicados anos.Cinco candidatos estão tecnicamente empatados nas pesquisas. Eles são os três candidatos do Partido Justicialista (Peronista) Carlos Menem, Adolfo Rodríguez Saá e Néstor Kirchner, indo de posições neoliberais, passando pelo populismo clássico, até um pálido centro-esquerdismo nacionalista.Pela centro-esquerdista Alternativa por uma República de Iguais (ARI) está Elisa Carrió. Ricardo López Murphy é o candidato do Movimento Recriar, de centro-direita.Leia o especial

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