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Carga tributária subiu para 33,36% diz estudo da FGV

Estudo realizado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas a pedido da Federação de Serviços do Estado de São Paulo (Fesesp), mostra que a carga tributária total no Brasil passou de 28,58% em 1997 para 33,36% do PIB em 2001. O principal fator para a elevação da carga foi a arrecadação de impostos ligados à produção e à importação de bens e mercadorias, cujo crescimento foi de 2,76 pontos percentuais do PIB no período. O levantamento mostra também que houve considerável elevação nos impostos sobre a renda e a propriedade, passando de 6,5% em 1997 para 8,2% em 2001. O setor produtivo, em 2001, respondeu por 62,9% dos R$ 400 bilhões que formaram o total da carga tributária. As famílias vieram a seguir com 11,5%. Do total de R$ 251 bilhões arrecadados do setor produtivo em 2001, a área de serviços respondeu por 32%, seguido pela indústria, que ficou com cerca de 30% do total. "O estudo mostra que é ilusório dizer que o setor de serviços paga menos impostos do que a indústria", afirmou o vice-presidente da Fesesp, Luigi Nese. O estudo será apresentado hoje, durante seminário na Câmara Americana de Comércio (Amcham).

Agencia Estado,

01 de setembro de 2003 | 10h26

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