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Carlyle espera melhor momento

O Carlyle, um dos maiores gestores de private equity do mundo e que desembarcou no Brasil no ano passado, ainda não assinou nenhum cheque. A boa notícia é que não planeja desistir da região apesar da crise, atitude que foi obrigado a tomar recentemente na Rússia e no Leste Europeu, mercados muito dependentes da economia europeia."Os fundos vão olhar muitos negócios, mas fechar poucos. Os anos de 2009 e 2010 serão atípicos", acredita Fernando Borges, diretor responsável pela área de private equity na América Latina do Carlyle. "Se no ano passado o fundo estava disposto a fazer operações arriscadas, neste ano vai olhar empresas mais maduras, com geração de caixa mais forte", diz Borges.No momento, o Carlyle está em negociações avançadas para comprar participação na operadora de turismo CVC. Se der certo, a operação deve sair em até três meses, segundo fontes.

, O Estadao de S.Paulo

25 de fevereiro de 2009 | 00h00

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