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Carrefour ainda não pagou por carro furtado

No dia 18 de maio, o professor de educação física Fábio Del Rio Pereira e seu pai Nélson deixaram sua Parati, ano 1984, no estacionamento do supermercado Carrefour, no Bairro do Limão, por 15 minutos. Ao retornar, não encontraram o carro.Lavrada a ocorrência, a polícia encontrou o veículo de Pereira no bairro de Pirituba. Porém, segundo ele, o carro estava completamente desmanchado. "O motor, os bancos, as rodas, o aparelho de som e até a tampa do tanque de combustível haviam sumido." A questão é que, até hoje, o valor da perda do veículo ainda não foi ressarcido ao proprietário do carro.Em seguida, Pereira apresentou ao supermercado a ocorrência, a nota fiscal de consumo e o cartão do estacionamento para comprovar que a Parati fora furtada no local. A demora no pagamento, de acordo com o Carrefour, ocorreu porque o proprietário levou tempo para enviar à seguradora uma certidão da Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), um histórico do carro que mostra que ele não havia sido furtado anteriormente.Consumidor aguarda pagamentoPereira comenta que o documento só foi requisitado em 26 de agosto e afirma que o enviou para a administração do supermercado logo depois de receber o pedido. Segundo ele, o primeiro prazo definido para o pagamento foi 30 de agosto. Depois, propuseram-lhe outra data, terça-feira passada, mas Pereira ainda não foi ressarcido.O problema, segundo a assessoria do Carrefour, é que a seguradora do supermercado ainda está analisando os documentos e os fatos. O último prazo combinado para que ele seja reembolsado, após quase cinco meses, termina hoje. Pereira, que teve seu único carro furtado, afirma que, caso o pagamento não seja feito ainda hoje, entrará com uma ação na Justiça para reaver o valor perdido.

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