Carros flex já são maioria na frota brasileira

Pela primeira vez, a frota de veículos flex superou a frota movida exclusivamente a gasolina. De acordo com o estudo do Sindipeças, 47% dos veículos em circulação pelo País podem ser abastecidos com álcool ou gasolina (ou a mistura de ambos), enquanto 41% aceitam apenas o combustível fóssil.

O Estado de S.Paulo

04 de agosto de 2013 | 02h15

"O fato de ser bicombustível dá a vantagem ao consumidor de usar os dois combustíveis, mas a flexibilidade do uso do etanol (considerado mais limpo) é grande", afirma Elias Mufarrej, conselheiro do Sindipeças. A frota abriga também 9% de veículos movidos a diesel e ainda há 3% exclusivamente a álcool.

Há dez anos, 72% da frota era nacional era abastecida com gasolina, 18% com álcool e 10% com diesel. Os carros flex chegaram ao mercado em 2003.

O estudo do Sindipeças, atualizado anualmente, tem por objetivo ajudar a direcionar a produção das empresas de autopeças para o mercado de reposição.

Os dados levam em conta uma taxa de mortalidade de 1,5% ao ano para os automóveis e de 1% para caminhões e ônibus - veículos que deixam de circular por vários motivos, como acidentes com perda total e desmanche. Em razão disso, são diferentes dos números do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que não aplica essa taxa. / C.S.

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