Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Casa Branca nega uso de pacote para ajudar montadoras

Democratas tentam usar parte dos US$ 700 bilhões destinados ao mercado financeiro para indústria automotiva

Agência Estado e Associated Press,

15 de novembro de 2008 | 18h11

A Casa Branca disse neste sábado, 15, que não irá usar dinheiro do pacote de resgate de US$ 700 bilhões, destinado ao setor financeiro, para ajudar as montadoras norte-americanas, que vêm sofrendo com a crise. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, os recursos alocados para o setor financeiro devem ser preservados para seu fim original. Veja também: Medidas do G-20 incluem reforma do FMI e controle moderado Bush defende livre mercado de críticas de excesso de liberdade Novo pacote a montadoras só deve sair após posse de Obama De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29 Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise Congressistas democratas estão convocando uma sessão especial para a próxima semana, numa tentativa de aprovar novas medidas para ajudar a economia do país. Eles querem que uma parte dos US$ 700 bilhões que a administração Bush está usando para resgatar bancos, seguradoras e outras instituições financeiras seja usada para ajudar as montadoras.Defensores de uma ajuda ao setor automotivo haviam proposto um pacote de resgate de US$ 25 bilhões para o setor, mas, diante da forte oposição do presidente George W. Bush e de congressistas republicanos, se dispuseram a reduzir a proposta.Segundo Perino, o governo preferiria que o Congresso acelerasse a liberação de US$ 25 bilhões relativos a um programa de empréstimos para o desenvolvimento de veículos mais eficientes, e que as montadoras usassem esse dinheiro para fins mais urgentes. GM, Ford e Chrysler, afetadas por quedas nas vendas e crédito escasso, estão fazendo lobby junto a congressistas por uma injeção de dinheiro. A GM já anunciou que talvez não consiga sobreviver até o final do ano sem ajuda governamental.  

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.