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Casa Branca pede reestruturação de montadoras americanas

GM e Chrysler, que irão receber US$ 13,4 bilhões, tem até terça para apresentar novos projetos ao Congresso

Carolina Ruhman, da Agência Estado,

15 de fevereiro de 2009 | 12h43

A Casa Branca pediu neste domingo, 15, uma profunda reestruturação das montadoras norte-americanas. A General Motors e a Chrysler, que vão receber US$ 13,4 bilhões, têm até terça-feira para apresentar seus planos preliminares para o Departamento do Tesouro sobre os passos para reduzir custos. Os projetos finais, que servirão de base para a decisão do Tesouro de cancelar ou estender os empréstimos, deverão ser entregues em 31 de março.   Veja também: Montadoras vão cortar 30 milhões de carros Entenda o novo plano dos EUA para resgatar bancos De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise "Nós precisamos de uma indústria automobilística próspera neste país. Mas, conforme tem dito o presidente, isso vai envolver uma reestruturação significativa da indústria, de forma que elas olhem para frente, e não para trás, para produzir o tipo de carro que as pessoas vão comprar no futuro", afirmou David Axelrod, um dos principais conselheiros do presidente dos EUA, Barack Obama, em entrevista para a Fox News.   Segundo ele, esta reestruturação vai envolver concessões não só por parte das montadoras, mas também de acionistas, credores e executivos das empresas. Axelrod afirmou que o colapso das negociações entre a GM o sindicato United Auto Workers enfatiza a gravidade da situação, enquanto o final do prazo para as montadoras se aproxima.   As negociações sobre o apoio do sindicato para a reestruturação da GM desmoronaram neste fim de semana, depois que a United Auto Workers se recusou a apoiar o projeto da direção da empresa de reformar os planos de pensão para os trabalhadores aposentados."Obviamente, esta é uma situação difícil e todos teremos que continuar a trabalhar para achar uma solução", apontou Axelrod. "Nós vamos esperar para ver o que as montadoras terão a dizer na terça-feira", acrescentou.  

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