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Categorias levam reajuste real de 4% a 6%

O ganho real de 6,25% conquistado metalúrgicos de montadoras do ABC é de longe o maior do ano. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), 25% das negociações salariais do primeiro semestre garantiram mais de 2% de aumento real.

Marcelo Rehder, O Estado de S.Paulo

20 de setembro de 2010 | 00h00

Baseado em 290 negociações coletivas, o levantamento revela que somente 4,5% dos acordos e convenções conquistaram aumentos reais entre 3,01% e 4,5%. Só 1,7% das negociações resultou em ganhos entre 4,01% e 5%.

No segundo semestre, a safra de campanhas salariais começou quente. Os acordos já fechados entre sindicalistas e empresários resultam em aumentos reais superiores a 4% além da inflação.

Além das montadoras, os 250 mil trabalhadores representados pela Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CUT) conquistaram 9% de reajuste, na grande maioria dos ramos da indústria metalúrgica. O índice é composto de 4,25% de aumento real mais reposição da inflação de 4,29%.

Em negociações com a Petrobrás, os petroleiros obtiveram ganho de 4,7% além da inflação.

Já os bancários, depois de quatro rodadas de negociação, os bancos se comprometem a apresentar uma proposta à categoria na próxima terça-feira.

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