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Caxirola poderá ter ‘bula’ contra a violência nos estádios de futebol

Fabricante estuda promover campanhas educativas e incluir mensagens educativas na embalagem

Economia & Negócios,

30 de abril de 2013 | 10h57

SÃO PAULO - A multinacional americana The Marketing Store, que fabrica a caxirola patenteada pelo cantor e compositor Carlinhos Brown, vai iniciar uma campanha para tentar evitar que torcedores usem o cocalho criado para animar os jogos da Copa do Mundo como arma nos estádios.

A empresa está estudando "ações que estimulem a criatividade e o bom senso dos torcedores ao manusear a Caxirola e os cuidados que se deve ter dentro dos estádios".

A caxirola, feita com plástico sustentável feito de bagaço de cana pela Braskem, chega ao mercado nos próximos dias e será vendida a R$ 29,90 nas cores amarela, verde, verde e amarela e marron imitando madeira. A empresa estuda colocar na embalagem uma espécie de 'bula' contra a violência nos estádios.

No último domingo, a The Marketing Store fez uma ação de marketing e distribuiu 50 mil caxirolas na porta do Estádio Fonte Nova, no jogo entre Bahia e Vitória. Os torcedores do Bahia, descontentes após o segundo gol do adversário, promoveram uma chuva de caxirolas no campo em protesto contra o time.

Além de distribuir as caxirolas em Salvador, a fabricante espalhou 300 percussionistas no estádio e promoveu uma apresentação do músico Carlinhos Brown mostrando os ritmos da Caxirola. Na semana passada, a caxirola foi apresentada à presidente Dilma Rousseff, que tocou e elogiou o instrumento.  

A empresa divulgou nota dizendo que "a aceitação foi imediata" e que a torcida tocou o instrumento em todos os momentos do clássico Bahia X Vitória".  

"Alguns torcedores do time do Bahia, indignados com o desempenho do clube, jogaram o instrumento no campo ao término do primeiro tempo, fato que deve ser interpretado como um caso isolado", afirma a empresa.

"A ação da distribuição da Caxirola fez parte de um evento teste e serviu justamente para avaliar a aceitação e reação do público, o que foi extremamente positivo", acrescenta a nota. "Sendo assim, não se pode relacionar esse ato, como padrão ou rejeição ao instrumento".

A empresa encerra informando que está estudando "ações que estimulem a criatividade e o bom senso dos torcedores ao manusear a caxirola e os cuidados que se deve ter dentro dos estádios para que situações como essa sirvam de exemplo e não ocorram novamente."

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