CCR Metrô Bahia: oito anos de Mobilidade Humana
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CCR Metrô Bahia: oito anos de Mobilidade Humana

Estudo avalia os impactos sociais e econômicos do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas

CCR, Estadão Blue Studio
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28 de julho de 2022 | 08h00

Muito mais do que transportar pessoas, um sistema de metrô contribui para melhorar a vida das pessoas. Essa afirmação foi confirmada em relação ao Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, na Bahia, pelos resultados de um estudo realizado pelo Instituto Miguel Calmon (Imic).

A conclusão é que os R$ 2,7 bilhões aplicados inicialmente pelo governo do Estado na construção do sistema proporcionaram R$ 11,1 bilhões de impacto positivo na economia, incluindo os investimentos feitos desde 2013 pela concessionária, a CCR Metrô Bahia.

Os mecanismos que levaram a esses números foram descritos pelo líder do estudo, o professor Gervásio Santos, doutor em Economia, pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e conselheiro do Imic, durante edição especial do Momento Mobilidade. O encontro contou também com a participação do diretor-presidente da CCR Metrô Bahia, André Costa, e foi mediado pelo jornalista Tião Oliveira, editor do Jornal do Carro.

Novo equilíbrio

O professor Gervásio Santos explicou que o estudo buscou comparar o contexto atual com aquele anterior à inauguração do sistema metroviário, que completou oito anos de operação em junho. “Um empreendimento de grande porte, como o metrô, altera a estrutura de funcionamento da cidade e dá origem a um novo equilíbrio urbano”, descreveu.

No contexto pós-implantação do sistema metroviário, passou a ocorrer uma maior racionalização das áreas e estruturas urbanas. Essa adaptação promove mudanças significativas na geração de empregos, no fomento de negócios, no tempo ganho pelos usuários nos deslocamentos e na redução de congestionamentos, acidentes e emissão de poluentes. “O estudo tem o objetivo de transformar esses temas em estatísticas e valores monetários que permitam a quantificação dos impactos do sistema na melhoria da qualidade de vida e na economia da sociedade baiana”, explicou o professor.

Fomento a negócios 

No que diz respeito à geração de empregos, por exemplo, a concessionária conta com cerca 1.350 colaboradores diretos e mais de 2.500 indiretos. Além desses empregos, já existe o que se pode chamar de “economia das estações do metrô”, referente aos empreendimentos instalados nas 20 estações de metrô e nos sete terminais de ônibus administrados pela CCR Metrô Bahia. O estudo contabilizou 121 negócios desse tipo em 2021, os quais geraram, em média, 550 empregos diretos.

Também foi avaliado o fomento a novos negócios no entorno das estações e terminais, pois essas áreas passaram a receber empreendimentos que se beneficiam da grande movimentação de pessoas. Alguns dos resultados são a valorização imobiliária e a atração de novos negócios, que também são geradores de empregos.

Tempo precioso

Outro objetivo importante do estudo foi avaliar os impactos diretos do sistema metroviário na vida das pessoas, etapa que envolveu a realização de entrevistas. Os pesquisadores encontraram muitos casos de usuários que ganharam pelo menos duas horas diárias nos deslocamentos de ida e volta ao trabalho.

“Esse tempo ganho passou a ser aproveitado de várias formas, resultando em aumento da qualidade de vida, com as pessoas saindo mais tarde e chegando mais cedo em casa e utilizando o tempo livre para passear pela cidade, movimentando a economia; e em fomento ao empreendedorismo, pois muita gente passou a dedicar esse tempo a atividades que contribuem para a geração de renda”, descreveu o professor Gervásio Santos. 

Mobilidade Humana

“O estudo transformou em números as razões pelas quais entendemos a CCR como empresa de Mobilidade Humana, e não apenas de Mobilidade Urbana”, comentou André Costa, diretor-presidente da CCR Metrô Bahia. “Nosso propósito é ir muito além do transporte de pessoas e impactar a sociedade de uma forma bem mais ampla.”

Atualmente, cerca de 300 mil pessoas utilizam diariamente o Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, com extensão total de 33 quilômetros. Os 40 trens da frota têm capacidade para levar mil passageiros por viagem. A oferta total nos dias úteis é de 984 mil assentos, número que equivale a um terço da população da capital baiana. Uma expansão, já em andamento, acrescentará 5 quilômetros e duas novas estações à Linha 1, com previsão de início das operações em 2023.

Acompanhe aqui a íntegra do Momento Mobilidade:

 

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