Celular: empresas não cumprem metas de qualidade

Doze operadoras de telefonia celular de um total de 41 em todo o País deixaram de cumprir pelo menos uma das metas de qualidade na prestação dos serviços estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o mês de março. Os maiores problemas estão no número de ligações completadas, nas taxas de atendimento ao público, no número de erros nas contas de telefone e nas altas taxas de reclamação. Das 31 operadoras da banda A, seis ficaram acima do determinado para o número de reclamações dos usuários. São elas: Telaima (Roraima), Teleamazon (Amazonas), Teleamapá (Amapá), Telepará (Pará) e Telma (Maranhão). Na banda B, de um total de 10 operadoras, seis descumpriram pelo menos uma meta. A Maxitel Minas e a Maxitel Nordeste (Bahia e Sergipe) descumpriram as metas de número de contas com reclamação e de taxa de chamadas originadas completadas. Este problema também afetou o desempenho da Norte Brasil Telecom (no Norte), da BSE (no Nordeste) e da BCP, que opera em São Paulo. A Americel, operadora da região Centro Oeste, não cumpriu as metas de atendimento ao público e número de erro nas contas de telefone. As operadoras de telefonia celular assinaram em novembro de 1999 um protocolo de compromissos com a Anatel pelo qual foram estipuladas nove indicadores de qualidade. O cumprimento das metas passará a ser obrigatório a partir de julho deste ano, quando o descumprimento poderá resultar em multas.

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