Celulares de segunda mão já representam 26% das vendas

No Rio Grande do Sul, 53% das compras de linhas se deram no mercado secundário

Da Redação,

26 de março de 2008 | 15h57

Nem só o mercado de celulares novos cresce no Brasil. Estudo anual realizado pela LatinPanel, empresa de consumo domiciliar, mostrou que 26% das linhas adquiridas pelos usuários em 2007 foram compradas de segunda mão, ou seja, algo em torno de 1,2 milhões de linhas. A região em que isso é verificado com maior intensidade é o Rio Grande do Sul. Nesta área, 53% das compras de linhas se deram no mercado secundário. A pesquisa ouviu 26 mil indivíduos para avaliar os hábitos de compra e uso da telefonia celular no Brasil. A amostra representa 80% da população ativa e 91% do potencial de consumo de celulares no País. Tomando por base a totalidade das vendas, o número mostra que, no geral, o mercado está aquecido. O número de indivíduos que possuem ao menos um celular cresceu 23% em 2007 no Brasil. Em dezembro de 2006, a penetração dos aparelhos celulares estava na faixa de 54% da população. Já em dezembro de 2007, o índice subiu 12 pontos percentuais e bateu a marca de 66% dos brasileiros.  A pesquisa também mapeou a distribuição socioeconômica dos celulares. Segundo o levantamento, 53% dos indivíduos das classes D e E já são proprietários de celulares no País. Este estrato da população foi o que registrou maior incremento de número de possuidores na comparação com 2006. No ano passado, 39% dos indivíduos deste estrato possuíam celulares. Na classe C também houve avanços. No final de 2007, 70% dos indivíduos deste estrato já possuíam ao menos um celular. Em 2006, o índice era de 59%. Na classe AB, por sua vez, o índice de penetração ficou em 84%. Veja mais informações na edição desta quinta-feira, no Estado de S. Paulo.

Tudo o que sabemos sobre:
Celular

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.