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Centrais assinam documento a favor da MP dos Portos

A Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Geral dos Trabalhadores (UGT), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) assinaram nesta terça-feira um documento que formaliza apoio à aprovação da MP dos Portos, informou nesta terça-feira o presidente da CUT, Vagner Freitas.

RAFAEL MORAES MOURA, Agencia Estado

14 de maio de 2013 | 14h08

"A Força Sindical não assinou esse documento, mas as demais centrais sindicais apoiam texto do relatório do senador Eduardo Braga, negociado com as centrais sindicais, em relação ao capítulo sobre trabalhadores", disse Freitas a jornalistas, após reunião no Palácio do Planalto com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também compareceu à reunião, para tratar da MP dos Portos.

"A ministra Ideli colocou que está garantido o que nós acertamos com o governo em relação aos direitos dos trabalhadores. Aquilo que foi acertado em negociação com as centrais sindicais com o relator e com o governo será colocado item por item na redação final", afirmou Freitas.

"O texto que nós discutimos com o relator, na nossa avaliação, contempla o interesse dos trabalhadores. O objetivo básico que nós discutimos na questão dos portos é que a contratação seja efetuada com o sindicato dos trabalhadores, que você vai ter a regulamentação das categorias diferenciadas e terá uma negociação em relação a isso. O deputado Paulinho (Paulinho da Força, presidente da Força Sindical) tem uma outra interpretação. Nós não vamos constranger a Força Sindical solicitando que a central assine o documento porque sabemos que há uma opinião do deputado Paulinho. As outras quatro centrais sindicais presentes na reunião assinaram o documento colocando que o que está no texto do relator foi o que nós discutimos."

De acordo com os participantes da reunião, a pauta que dominou a conversa foi a voltada para questões trabalhistas, como o fim do fator previdenciário e a redução da jornada de trabalho.

Segundo o presidente da UGT, Ricardo Patah, foi acertada uma próxima reunião, para o dia 11 de junho, entre representantes do governo e centrais sindicais. Um dos assuntos da pauta será a regulamentação da Emenda das Domésticas.

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