Centrais cobram medidas para amenizar desemprego

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, e dirigentes da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT) e da Social Democracia Sindical (SDS) deverão entregar nesta quarta-feira ao ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, um documento contendo reivindicações destinadas a amenizar a crise de emprego.Segundo informou a assessoria da Força Sindical, entre as reivindicações estão a ampliação do número de parcelas do seguro-desemprego, de atualmente entre três e cinco para cinco a oito, dependendo do tempo que o trabalhador esteve empregado. Eles querem também que o governo abra frentes de trabalho em todo o País para criar empregos e que seja tornado obrigatório o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço dos empregados domésticos.Segundo Pereira da Silva, há no País cerca de 5,3 milhões de trabalhadores domésticos. As reivindicações, segundo a assessoria da Força Sindical, são baseadas num estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), segundo o qual houve um aumento no tempo em que o trabalhador procura um novo emprego depois de perder o anterior. A pesquisa mostrou que, entre 1995 e 2001, o tempo médio para encontrar emprego no mercado aumentou de 26 para 52 semanas.

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