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Centrais e ala do PT são contra as reformas

Sem mudanças no sistema, contudo, analistas avaliam que o rombo da Previdência Social pode aumentar de 2,2% para 5,5% do PIB ainda este ano

Anna Carolina Papp e Luiz Guilherme Gerbelli, O Estado de S.Paulo

07 de fevereiro de 2016 | 03h00

A reforma da Previdência não é uma unanimidade no País. As centrais sindicais e o próprio PT, partido da presidente Dilma Rousseff, se posicionam contra qualquer tipo de mudança.

Nos últimos anos, ficou inegável o aumento na quantidade de benefícios pagos pela Previdência, numa clara indicação de expansão de dependentes do sistema. Entre dezembro de 1997 e novembro de 2015, a concessão de benefícios aumentou de 15,7 milhões para 28,2 milhões.

Os números mostram que o rombo da Previdência vai aumentar se nada for feito. O banco Credit Suisse, por exemplo, estima que o déficit da Previdência Social deve sair de 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 para 5,5% em 2016.

Os defensores de uma reforma pedem sobretudo a adoção de uma idade mínima, como já ocorre nos países considerados desenvolvidos. Já quem é contra afirma que as propostas seriam nocivas aos direitos dos trabalhadores, pois igualariam condições assimétricas no mercado de trabalho, desprezando especificidades do contribuinte. 

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