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Centrais sindicais definem proposta de R$ 360 para mínimo

Os representantes das centrais sindicais consolidaram na manhã de hoje uma nova proposta de reajuste para R$ 360 do salário mínimo e uma correção de 10% da tabela do Imposto de Renda. "Temos um consenso na proposta de R$ 360", afirmou o presidente da Confederação Geral dos Trabalhadores, Salim Reis.Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, o aumento do salário mínimo para R$ 360 é "razoável". "Acho uma proposta suficiente e, se for aprovada, teremos uma vitória parcial", afirmou. De acordo com Paulinho, a nova proposta representa uma "saída" para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Ele (Lula) se comprometeu a aumentar o salário mínimo, mas não vai aceitar a proposta de R$ 400", explicou.As centrais elaboraram também na reunião de hoje uma política de recuperação do salário mínimo, que garantiria um aumento anual do mínimo. "Assim poderíamos evitar essas negociações todo ano", explicou Paulinho.A proposta será levada amanhã ao ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em Brasília. Se não for aceita, as centrais irão discutir a proposta no Congresso Nacional. Participaram da reunião representantes da Força Sindical, da Central Única dos Trabalhadores, da Confederação Geral dos Trabalhadores, da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, da Social Democracia Sindical e da Central Autônoma dos Trabalhadores.

Agencia Estado,

10 de janeiro de 2006 | 14h42

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