CUT/Reprodução
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Centrais sindicais fazem protestos nesta sexta contra reformas

Manifestações também criticam a reforma da previdência, a terceirização e o trabalho escravo

O Estado de S.Paulo

10 de novembro de 2017 | 08h52
Atualizado 10 de novembro de 2017 | 11h40

SÃO PAULO - As seis principais entidades representantes dos trabalhadores - CUT, Força Sindical, CTB, CSB, NCST e CGT, promovem hoje o Dia Nacional de Mobilização contra a implementação da nova legislação trabalhista, que entra em vigor no sábado, 11.

+++ Infográfico: Entenda a reforma trabalhista

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O presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo, explicou que as manifestações também têm outras reivindicações: além da reforma trabalhista, a reforma da previdência, a terceirização e o trabalho escravo. Em vídeo no Facebook​, o presidente da CUT, Vagner Freitas chegou a dizer que se a reforma da Previdência for a votação, haverá nova paralisação geral.

A avaliação das instituições é de que as mudanças já aprovadas e as em discussão no Congresso são prejudiciais, porque retiram direitos dos trabalhadores. Estão previstas assembleias e mobilizações em frente às empresas, no começo do dia, e interrupção de atividades por períodos curtos - de meia hora ou uma hora, por exemplo.

+++ Quem perde com a reforma trabalhista?

Participam do protesto as centrais CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, Intersindical, CTB e Conlutas. Apesar da mobilização unificada, cada instituição definiu um lugar próprio para as ações.

Na capital paulista, está prevista uma concentração na Praça da Sé, a partir das 9h30, seguida de uma passeata até a Avenida Paulista. No Rio, a manifestação parte da Candelária, onde se concentra a partir das 16h, rumo à Cinelândia. Em Brasília, ambas as centrais farão manifestação na Esplanada dos Três Poderes, mas em horários diferentes - o da CUT começa às 9h, e o da Força Sindical, ao meio dia.

+++ Especialistas esclarecem dúvidas sobre a reforma trabalhista

Protestos. Manifestantes protestam na manhã desta sexta-feira, 10, contra as mudanças propostas pelo governo na reforma trabalhista, em São Paulo. Sem confirmar o número, a Polícia Militar informou que diversas pessoas se reúnem na Praça da Sé, na região central da cidade, desde o início da manhã, assim como no terminal Varginha, na zona Sul. 

Os protestos também foram convocados no Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. 

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