Central usará modelo inédito

A refinaria do Comperj terá um modelo inédito de tecnologia, desenvolvido pela Petrobrás, que usará o óleo pesado produzido no País, principalmente na Bacia de Campos, para produzir insumo petroquímico. Hoje, os principais pólos - Camaçari, Capuava e Triunfo - operam com nafta, produto caro e escasso, e gás natural, também insuficiente para suprir a demanda.Há dúvidas sobre o custo desse processo, desenvolvido pela Petrobrás. Mas, a estatal garante que a nova tecnologia é economicamente viável. A central de refino terá ligação com as oito plantas petroquímicas para escoamento dos insumos. Há pouco mais de um ano, o grupo Ultra assinou, junto com a Petrobrás e o BNDES, protocolo de intenções para a construção do pólo petroquímico. "O Ultra vai participar de algum lugar da segunda geração", diz Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobrás. Ele garante que a empresa vem mantendo negociações com multinacionais interessadas em participar do projeto e ressalta que a CPS terá prioridade de escolher em quais dos oito projetos petroquímicos ligados ao Comperj irá operar.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.