CEO da Accor pode sair sob pressão dos acionistas, dizem jornais

O presidente-executivo da rede de hotéis francesa Accor pode ser destituído pelo conselho da companhia na noite de terça-feira, após acionistas ficarem impacientes com o fraco desempenho das ações nos últimos meses, informaram jornais na terça-feira.

Reuters

23 de abril de 2013 | 09h57

O ex-CEO do McDonald's na Europa, Denis Hennequin, que assumiu o cargo máximo na Accor depois que seu antecessor se demitiu em 2010, tem sido acusado de demorar muito para realizar reformas na empresa, segundo os jornais.

Os dois principais acionistas da Accor, a companhia de private equity Eurazeo e a norte-americana Colony Capital, querem que a cadeia acelere a venda de hotéis que possui em favor de contratos de administração ou franquias, noticiou o jornal Le Figaro.

A publicação afirmou que uma reunião do conselho será realizada na noite de terça-feira para avaliar o futuro de Hennequin. O diário financeiro Les Echos também veiculou informação similar.

Autoridades da Accor não puderam ser imediatamente contatadas para comentar. Eurazeo e Colony não quiseram falar sobre o assunto.

No anoa, as ações da Accor acumulam uma que de 2,75 por cento.

A maior rede hoteleira da Europa afirmou em fevereiro que planejava cortar custos, expandir-se nos mercados emergentes e acelerar sua estratégia de franquias ou de administração de hotéis para outros a fim de alavancar as margens de lucro.

(Reportagem de Christian Plumb, Alexandre Boksenbaum-Granier e Dominique Vidalon)

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