Chanceler chileno chega à Austrália para firmar TLC

Tratado de Livre Comércio estabelece a eliminação das tarifas para 97 dos produtos de comércio bilateral

Efe

29 de julho de 2008 | 04h55

  O ministro chileno de Relações Exteriores, Alejandro Foxley, começou nesta terça-feira uma visita oficial à Austrália em que firmará um Tratado de Livre Comércio (TLC) bilateral. O pacto estabelece a eliminação das tarifas para 97 dos produtos de comércio bilateral a partir de janeiro de 2009.   Foxley passou sua primeira jornada em Sidney e rubricou uma série de documentos de cooperação em matéria de aprendizado para estudantes chilenos de pós-graduação e doutorado em universidades de excelência da Austrália.   Os acordos firmados incluem um com a Universidade da Austrália, órgão que agrupa os 38 centros universitários do país; outro com a associação TAFE, que integra as 57 instituições de educação técnica da Austrália; e mais um com as oito principais universidades investigadoras do país.   Foxley irá se reunir na quarta-feira em Camberra com o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, e com seu homólogo Stepehn Smith, depois de firmar o TLC.     Mercado bilateral intenso   O intercâmbio comercial entre Chile e Austrália alcançou o ano passado os 500 milhões de dólares (317,5 milhões de euros), o equivalente a 50 por cento mais do que em 2006.   A Austrália é o quinto principal inversor estrangeiro no Chile com 3 milhões de dólares (1,905 milhões de euros) de investimento direto nos setores de minérios, florestal e serviços. O Chile, por sua vez, é o país latino-americano que mais investe na Austrália.   O chanceler do Chile almoçará na quarta-feira com Smith e se reunirá posteriormente com um grupo de empresários chilenos e australianos para conversar sobre a maneira de potencializar o TLC. Antes de voltar ao Chile, Foxley visitará a Nova Zelândia em 31 de agosto.

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