Cheque sem fundo no Brasil em julho é o maior para o mês desde 1991

No acumulado de sete meses, o percentual de devoluções foi de 2,11 por cento, ante 2,07 no mesmo período do ano passado

REUTERS

19 de agosto de 2014 | 11h59

A devolução pela segunda vez de cheques no Brasil por insuficiência de fundos foi de 2,24 por cento em julho, no maior nível para o mês desde o início da série histórica em 1991, segundo divulgou a Serasa Experian nesta terça-feira.

No mesmo período de 2013, a inadimplência foi de 2,03 por cento. No mês anterior, o índice tinha sido de 1,92 por cento.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o percentual de devoluções foi de 2,11 por cento, ante 2,07 por cento no mesmo período do ano passado.

"Estagnação da economia, juros elevados, inflação ainda em patamar desconfortável e enfraquecimento do mercado de trabalho são alguns dos elementos que contribuem para esta elevação", disseram economistas da Serasa em comunicado.

Por Estados, Roraima liderou o ranking de cheques se fundos em 2014, com 12,13 por cento de devoluções. Já o Amazonas teve o menor percentual, de 1,15 por cento.

(Por Anna Flávia Rochas)

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