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Chile começa a retirar estímulo da economia

O banco central do Chile manteve a taxa básica de juros do país em 0,5% ontem, como esperado, mas começou a retirar suas medidas complementares de estímulo, reduzindo para 150 dias o prazo máximo da linha de liquidez que oferece atualmente aos bancos. A decisão entra em vigor em 14 de dezembro e os prazos máximos continuarão diminuindo em 30 dias a cada mês de modo que o acesso à linha acabe em maio de 2010.

MARCÍLIO SOUZA, Agencia Estado

13 de novembro de 2009 | 11h35

A linha, que variava de 90 a 180 dias, foi criada em julho como uma medida complementar de liquidez. Naquele mês, também foram suspensas as emissões de bônus de curto prazo. A taxa básica de juros do país, por sua vez, foi cortada em 7,75 pontos porcentuais no período de janeiro a julho, dos 8,25% de dezembro de 2008. Desde julho, a taxa estava em 0,5%, nível mínimo recorde, e ontem o BC chileno reiterou em comunicado que ela deve seguir nesse patamar "por um período que vai se estender pelo menos até o segundo trimestre do ano que vem".

O conselho diretor da autoridade monetária, composto de cinco membros, disse que o ritmo com o qual a taxa de juros voltará para níveis neutros, que analistas acreditam ser em torno de 5%, será mais gradual do que o precificado atualmente pelos ativos financeiros. O BC chileno afirmou que a atividade econômica e a demanda doméstica expandiram-se no terceiro trimestre, embora em ritmo mais moderado do que o previsto. A autoridade monetária acrescentou que a inflação deverá seguir baixa nos próximos trimestres. As informações são da Dow Jones.

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