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Chile crê em boa solução com Brasil no caso de vinhos

O ministro das Relações Exteriores do Chile, Alfredo Moreno, declarou não acreditar que a investigação brasileira sobre vinhos importados resultará na imposição de tributos adicionais sobre a bebida chilena. Em entrevista concedida na tarde desta quarta-feira, ao lado do chanceler brasileiro Antonio Patriota, Moreno afirmou que a indústria de seu país é aberta. "Confio que as investigações brasileiras mostrarão que a indústria chilena é livre e sem nenhum tipo de subsídio."

IURI DANTAS, Agencia Estado

18 de abril de 2012 | 16h11

Patriota, por sua vez, disse que a investigação brasileira é técnica e "segue os compromissos do Brasil na OMC (Organização Mundial do Comércio)". Segundo o chanceler brasileiro, não há "preocupação especial" do governo chileno com a investigação brasileira.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) abriu em março uma investigação para avaliar a possibilidade de aplicar salvaguardas, como impor tarifa ou restringir a entrada de vinhos produzidos fora do Mercosul. Por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao MDIC, o governo justificou a medida por "indícios suficientes" de que o aumento das importações de vinho causaram um grave prejuízo à indústria brasileira. Nesse tipo de investigação para salvaguarda, não há necessariamente prática ilegal de comércio, mas a adoção da medida é considerada a mais dura no âmbito da OMC.

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