Greg Baker / AFP
Greg Baker / AFP

China ameaça retaliar em caso de nova tarifa e diz desconhecer planos de visita comercial dos EUA

O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, havia dito que o 'mais provável' é que houvesse uma reunião em Pequim para salvar o acordo comercial

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2019 | 08h09

PEQUIM - O Ministério do Comércio da China afirmou nesta quinta-feira, 16, que não tem qualquer conhecimento sobre planos dos Estados Unidos para uma visita de autoridades a Pequim para dar continuidade às negociações comerciais. O porta-voz da pasta, Gao Feng, disse que a escalada nas tarifas tem afetado "seriamente" as negociações sobre o comércio. O porta-voz afirmou ainda que a China pretende adotar ações em resposta, caso os EUA levem adiante a ameaça de elevar tarifas sobre as importações chinesas que até então escaparam dessa punição.

Na quarta-feira, o presidente americano, Donald Trump, assinou um decreto que veta a participação no setor de telecomunicações de "adversários estrangeiros", o que prejudica especialmente a chinesa Huawei. Horas antes, o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, havia dito que o "mais provável" é que houvesse uma reunião em Pequim em um esforço para salvar o acordo comercial, após nova rodada de elevação de tarifas entre as potências.

O porta-voz chinês afirmou também que seu país será capaz de lidar com o impacto econômico do mais recente aumento de tarifas dos EUA e que esse impacto está, portanto, sob controle. / Dow Jones Newswires

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