Sérgio Castro/Estadão
Sérgio Castro/Estadão

China corta preços da gasolina e do diesel, por conta de recuo nas cotações do petróleo no mundo

Comunicado da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma vem acompanhado de uma tabela com preços máximos que podem ser cobrados pelos combustíveis, a depender da província e da cidade

Gabriel Bueno da Costa, O Estado de S.Paulo

12 de julho de 2022 | 12h04

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, na sigla em inglês) da China anunciou, em comunicado nesta terça-feira, 12, que os preços da gasolina e no diesel serão reduzidos no país, a 360 yuans (R$ 289,59) e a 345 yuans (R$ 277,53) por tonelada, respectivamente. O comunicado vem acompanhado de uma tabela com preços máximos que podem ser cobrados pelos combustíveis, a depender da província e da cidade. O órgão diz que o corte reflete os movimentos recentes no petróleo no mercado global.

Como costuma afirmar, a comissão informa que a PetroChina, Sinopec e a CNOOC, bem como outras empresas que processam petróleo, devem organizar a produção e o transporte, garantir a oferta e a implementação "estrita" da política nacional de preços. E ainda adianta que eventuais descumprimentos serão alvos de supervisão e inspeção.

Os preços do petróleo vêm operando em forte queda nesta terça-feira, após a divulgação do relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). O cartel deixou inalterada a previsão para o crescimento da demanda pela commodity este ano, 3,4 milhões de barris por dia (bpd). 

Às 11h50 (de Brasília), o barril do WTI caía 6,46%, cotado a US$ 97,37, e o barril do óleo tipo Brent para setembro recuava 6,16%, cotado a US$ 100,50.

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