China elogia plano, mas evita citar recursos para Europa

A porta-voz do Ministério de Assuntos Estrangeiros da China afirmou hoje que o país pretende intensificar a cooperação com a Europa em várias áreas, mas se recusou a responder se vai investir em um fundo de resgate especial. A representante do ministério, Jiang Yu, se limitou a elogiar o acordo fechado na madrugada pelos líderes europeus para conter a crise da dívida e disse acreditar que o plano será benéfico para os mercados globais.

ÁLVARO CAMPOS, Agencia Estado

27 de outubro de 2011 | 09h38

Os líderes europeus chegaram a um acordo para reduzir a dívida da Grécia e expandir o poder de fogo da Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês) em quatro ou cinco vezes, o que permitirá que o fundo de resgate forneça garantias para cerca de 1 trilhão de euros em bônus emitidos por países problemáticos do bloco. A expansão da EFSF deve ser financiada, em parte, por investimentos de países emergentes ricos, como a China, por exemplo.

O diretor da EFSF, Klaus Regling, deve visitar a China amanhã, para discutir como o país pode contribuir com o fundo. Em um esforço paralelo, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, planeja ligar hoje para o presidente chinês, Hu Jintao, para discutir o assunto. As informações são da Dow Jones.

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