China lança diretrizes para impulsionar economia colaborativa

Medidas foram aprovadas na quarta-feira e buscam criar um ambiente que facilite a inovação sustentável

O Estado de S.Paulo

22 Junho 2017 | 04h04

SHANGHAI - O governo chinês anunciou o lançamento de medidas para impulsionar a economia compartilhada, setor que deve ser a força revigorante do crescimento econômico da China nos próximos anos, informou nesta quinta-feira, 22, a agência estatal Xinhua

As medidas foram aprovadas na quarta-feira em uma reunião do Conselho de Estado, presidida pelo primeiro-ministro, Li Keqiang, e visam criar um ambiente propício para a inovação sustentável. As diretrizes orientam as instituições a oferecerem serviços e produtos financeiros adaptados à demanda das empresas do setor. 

Além disso, adverte o governo, as práticas ruins, incluindo a divulgação ou abuso de informação pessoal dos consumidores, serão perseguidas com "todo o peso da lei". 

"Temos que dar crédito à economia compartilhada como uma força para estimular o crescimento econômico da China", disse Li, lembrando que não se deve aplicar a metodologia tradicional para a economia compartilhada. 

Segundo projeções do governo, a economia compartilhada contribuirá com 10% da economia da China em 2020, frente a 3% em 2015. Espera-se que o setor tenha crescimento anual de 40% nos próximos anos. Em 2016, alcançou US$ 505 bilhões, 103% a mais que no ano anterior.  

No ano passado, 600 milhões de pessoas participaram dessa economia e 5,85 milhões trabalharam em empresas ligadas ao setor. / EFE

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