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China pode manter inflação em nível razoável, diz premiê

O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, disse que seu país pode manter a inflação em um nível razoável, quando a inflação desacelera desde novembro, informou a rádio estatal hoje. A China ampliou seus esforços para conter a crescente pressão inflacionária nos últimos meses. Ontem, o país elevou as taxas de juros pela segunda vez em pouco mais de dois meses.

AE, Agencia Estado

26 de dezembro de 2010 | 11h18

No mesmo período, Pequim elevou por três vezes o depósito compulsório dos bancos - reserva que as instituições são obrigadas a manter, retirando dinheiro da economia. Wen disse que a China tem obtido ótimos resultados na produção agropecuária por sete anos consecutivos, o que tem sido um fator para estabilizar a inflação.

O índice de preços ao consumidor subiu 5,1% na China em novembro, o maior aumento desde julho de 2008. Alguns economistas esperam que o crescimento da inflação desacelere um pouco em dezembro, por terem ocorrido menos aumentos nos preços dos alimentos. A China elevou sua meta para inflação para em torno de 4% em 2011, 1 ponto porcentual mais alta que a meta deste ano, de 3%.

Wen também se mostrou confiante na capacidade chinesa de garantir que os preços de propriedades fiquem razoáveis e que o país construa mais casas para pessoas de baixa renda, segundo a reportagem da rádio estatal.

Pequim lançou várias medidas desde abril para conter os aumentos no custo das moradias. Em setembro, o governo lançou uma medida solicitando aos bancos que não disponibilizem hipotecas para os compradores de casas que já possuem dois ou mais imóveis. "Nós continuaremos a desencorajar a especulação no setor de propriedades através do fortalecimento dos controles de crédito e da melhoria no gerenciamento dos recursos da terra", afirmou Wen. As informações são da Dow Jones.

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