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China reduz tarifas cobradas de empresas aéreas

A China concordou em conceder às companhias aéreas estrangeiras um desconto de 20% sobre tarifas de pouso e tráfego aéreo, parte de um esforço para ajudá-las a enfrentar as dificuldades financeiras impostas pela Sars, informou a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). A Iata recebeu bem a decisão, e aproveitou a oportunidade para criticar Hong Kong por não ter feito o mesmo. A China continental se juntou à Cingapura, Taiwan, Malásia, Indonésia, Filipinas e Macau, países que reduziram as tarifas de aterrissagem desde o aparecimento da Sars em março. Hong Kong, entretanto, até o momento se recusa a fazer o mesmo, citando sua necessidade de obter receita diante do corte de 50% do tráfego por causa da Sars. As tarifas que o país cobra estão entre as mais altas da região. As tarifas de aterrissagem são cobradas cada vez que uma empresa aérea pousa em aeroporto, enquanto a taxa de tráfego é cobrada pelo uso do espaço aéreo do país. A autoridade que controla os aeroportos da China também expressou preocupação porque tem de pagar uma pesada tarifa anual pelos serviços de controle do tráfego aéreo. "As operadoras estão reduzindo seus custos através da renegociação de seus contratos com seus fornecedores", disse o diretor geral e executivo-chefe da Iata, Giovanni Bisignani. "Dessa forma, é hora de a autoridade do aeroporto de Hong Kong renegociar sua tarifa fixa onerosa com o Departamento da Aviação Civil de Hong Kong pelos serviços de tráfego", disse Bisignani. As operadoras de Hong Kong Cathay Pacific Airways Ltd. e Hong Kong Dragon Airlines Ltd. foram fortemente atingidas pela Sars, com o volume de passageiros das duas operadoras tendo caído em cerca de dois terços.

Agencia Estado,

19 de maio de 2003 | 12h51

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