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China reitera disposição de ajudar Europa a superar crise

A China está disposta a ajudar os países europeus a superar a atual crise de dívida e a Europa continua a ser uma mercado fundamental para o investimento das reservas cambiais da China, disse Jiang Yu, uma porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, em mais uma declaração de apoio do país à zona do euro.

HÉLIO BARBOZA, Agencia Estado

23 de dezembro de 2010 | 08h30

As declarações de Jiang surgem num momento em que os líderes políticos e empresariais ao redor do mundo veem cada vez mais a China como importante fonte de capital. As reservas da China em moeda estrangeira são as maiores do mundo e no final de setembro totalizavam US$ 2,648 trilhões.

Jiang afirmou, contudo, que a escolha de qual dívida soberana deve ser objeto de investimento da China foge à jurisdição do Ministério das Relações Exteriores. Ela reiterou que o país apoia as medidas tomadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para atingir a estabilidade financeira no continente. A porta-voz não deu detalhes de como a China pode ajudar os países europeus.

O Jornal de Negócios, de Portugal, informou recentemente que a China investiria de 4 bilhões a 5 bilhões de euros em títulos de Portugal, a fim de ajudar o governo português a refinanciar 15 bilhões de euros em dívidas que vencem até abril. O ministro de Finanças de Portugal, Fernando Teixeira dos Santos, esteve em Pequim na semana passada, onde se reuniu com o presidente do Banco do Povo da China (PBOC na sigla em inglês, banco central), Zhou Xiaochuan, e com seu colega chinês Xie Xuren.

Na última terça-feira, o ministro do Comércio da China, Chen Deming, disse que o país está atento à capacidade de a Europa controlar a crise da dívida e que observará em especial os desdobramentos da crise no primeiro trimestre de 2011. As informações são da Dow Jones.

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